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Nó em pingo d'água

Vejam como são as coisas. O Banco do Estado do Espírito Santo-BANESTES, começou como um banco rural, evoluiu, nunca operou no vermelho. Sempre foi um banco bem administrado, até mesmo quando outros bancos estaduais precisaram ser vendidos ou incorporados. Já teve agências em outros estados mas, hoje, eu acho que só opera por aqui mesmo embora tenha convênios com o Banco 24 horas, por ex.Eu acho que não tem um milhão de clientes.
Pois bem, o BANESTES tinha um cartão de débito e crédito com poio no Visa-Eletron e, portanto, podia ser usado em qualquer lugar do país. Acreditem se quiser, o BANESTES está substituindo este cartão por outro onde não terá nenhum apoio , isto é, valerá por ele mesmo.Cancelou a sua parceria. Ora, todos sabem que um cartão bancário só pode ser usado em estalecimentos conveniados, isto é, que tenham a máquina própria para fazer a operação de crédito ou débito. Se o BANESCARD vale somente por si mesmo, isso quer dizer que somente uma máquina que aceite o seu cartão, poderá ser usada. E, se o ES é um estado pequeno, sem agências fora , valerá somente dentro do estado. Conclusão, ele não vale coisa nenhuma e a clientela está na mão de calango.É que o aluguel da máquina para uso somente de um banco atrai poucos estabelecimentos, lembrando que ES é um estado pequeno. A saída é mudar de banco, a menos que se volte a usar dinheiro vivo. Sabemos que cheque não é bem recebido fora do estado e algumas vezes nem fora da cidade. O cartão é o dinheiro do futuro mas já está incorporado em nossas vidas. Entretanto, isto não é o principal mas o pano de fundo do que realmente interessa.
Há anos existe uma corrente política, querendo privatizar o banco com inúmeras manisfestações contrárias, inclusive paralização dos funcionários. Eu acho que a adoção deste cartão é o início de uma privatização. Afinal, os clientes que ficarão no banco são os funcionários públicos presos a ele por lei, os outros debandarão para os demais bancos, caindo a rentabildiade e levando à privatização futura.
Será que os Sindicato dos Bancários e a Associação de funcionários do BENESTES já se tocaram ? Me dá uma vontade de telefonar para lá e alertá-los ...

Escrito por Magui às 00h50
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Boa notícia


Todos nós, blogueiros, somos uns itinerantes.Vagamos pela net de visita em visita. Para os que aqui vêm , devem lembrar-se quando contei que Guarapari estava impossível pelo números de ladrões na cidade. Também contei da abaixo-assinado que podia ser encontrada em tudo quanto é lugar. A iniciativa foi do presidente da Associação dos Moradores do Centro de Guarapari,
Pois bem, o governador mandou um batalhão de policiais jovens, bem apessoados para não dizer muito bonitos, fortes, atenciosos, presentes, bem vestidos e aparelhados para atender os reclamos. Estes PMs estão fazendo blitz, até das bicicletas em ruas alternadas. Estão visitando os bairros afastados, indo quase de casa em casa. Fiquei sabendo que dois passaram na Academia para fazer a ronda e um deles deu o número do seu celular para o caso de urgência; se alguém visse carros com vidro fumê fechado, estacionados sem que ninguém descesse que fosse contactado o 190.
Quando passei no centro eu vi um dos ladrões que atuaram por aqui, já dono do pedaço , andando pra lá e pra cá na rua do BANESTES, como se fosse aqueles rapazes que vigiam os carros. Eu vi um PM na calçada, parei e disse a ele quem era o cara, sua alta periculosidade inclusive tirando onda de gente boa para despistar os policiais. São uns artistas.
Conclusão: A cidade é outra. Podemos andar pelas ruas sem dar de cara com aqueles tipos mal encarados surgidos do nada. O notíciário disse que os roubos cairam 60 %. Na minha rua não tem um para contar o caso. Eu vejo o carro da PM passando várias vezes , fazendo a ronda com os PMs atentos. Mas a melhor notícia é que vão ficar até depois do verão.
Com o sucesso da mobilização já estão falando em fazer outra para que Guarapari tenha um 190 próprio. Hoje , o que nos atende está localizado em Vitória. Eu acho que seremos atendidos.
Escrito por Magui às 01h09
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...vendo de longe

- Ele me viu ...

Eu não vou falar mal dos policiais que mataram civis em abordagens equivocadas , em supostas trocas de tiros com bandidos no Rio. Se for contabilizar, muitos policiais também estão sendo mortos.
O quê me chama a atenção é o estado de pavor dos policiais. Pelas gravações, parece que eles atiram com medo de levar tiro. Existe muito mais que despreparo e não sei o quê seria. Brasileiro não é bom soldado nem chegado ás guerras e movimentos semelhantes. Está sempre negociando , fazendo acordos, contemporizando daqui e dacolá. Talvez essa falta de DNA específico, este ambiente de guerra esteja estressando o pessoal, fazendo-os perder a calma e o raciocínio frio, exigido para a situação. Os que possuem a natureza própria estão do outro lado? Não sei. Nas mínimas questões da vida, não é característica nacional o confronto. Até mesmo nas eleições, os políticos agressivos e revolucionários não têm chance. Nem para síndico de edifício.
Depois, sinceramente, o povo carioca podia se tocar e perceber que já paira no ar um toque de recolher na cidade. Esse pessoal que morreu, nenhum deles estava na rua por algo absolutamente necessário. Não sei se estou equivocada e, considerando tirar as paixões de lado porque morte sempre emociona, mas custava ficarem em casa para deixar o campo de batalha livre para a guerra ?
Não tenho certeza de nada. Estou apenas matutando...
Escrito por Magui às 00h31
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Larguem o osso

Eu insisto, não é o POVO BRASILEIRO. Não concordo com a generalização para um país tão diverso onde a diferença é a sua característica. Esta é uma das riquezas nacionais; as diferenças regionais nos costumes e na forma de ver a vida. Não é verdade que um juiz somente possa dar sua decisão e formar a sua convicção fora dos anseios populares. Um juiz indiferente aos clamores populares não pode ser aplaudido sob nenhuma hipótese. Se um magistrado está longe do quê quer o povo brasileiro é porque está coberto pela ignorância ou arrogância. O Brasil é o total do povo brasileiro, que financia o estado e, por consequência o Poder Judiciário, dando luminosidade às suas decisões.
Existe uma corrente jurídica que se prende à letra fria da lei e outra que aprende a ler a lei de acordo com sua inteligência, interpretando-a de acordo com a livre convicção do juiz. Se o juiz é tacanho, desconhece o que quer o povo ele é limitado e só um decorador de leis e doutrinas jurídicas. O papel do advogado, então, é maior porque pode tangiversar na interpretação e levar ao juiz uma nova visão da lei, ajudando-o na decisão com mais justiça.
Não é o POVO BRASILEIRO mas meia dúzia de gente que se julga seu porta voz. Não é o POVO BRASILEIRO, que não mama nas tetas da nação mas quem não quer LARGAR O OSSO.
Essa corja com os dentes fincados no osso chamado Brasil só tem a ambição de ter a burra repleta para ter celulares, carrões, mansões, serviçais, milhagens por viagens, empréstimos públicos para financiar seus negócios e monoputas travestidas de cartões de visitas.
Meu protesto é contra um Poder Judiciário que trás no seu bojo homens arrogantes, ignorantes e distantes dos anseios do povo brasileiro. Do povo que prefere construir um Brasil para o futuro, sem pobrinhos semi analfabetos alçados ao poder pelos geniozinhos canhestros e de cérebro modificado por teses alienígenas. Se os executores da tentativa de corrupção de um delegado federal probo e forte na sua honra são mantidos presos , seus mandantes , também , deviam estar na masmorra. Não pode haver exceção nem salve-se quem puder.

ATO PÚBLICO
Dia 20- domingo-10 horas.
São Paulo : Em frente ao MASP
Belo Horizonte: Na Praça da Liberdade
Escrito por Magui às 01h12
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As várias faces da impunidade
Algumas pessoas só protestam por direitos individuais. Estes direitos protestados precisam ser concretos para motivar e fazer aflorar a indignação. Portanto, é mais previsível sair nas ruas pela morte de uma criança morta por bandidos do que por um ladrão contumaz do dinheiro público. Entretanto, fica claro que o ladrão corrupto, que abocanha verba que devia ser empregada ao bem estar social e desenvolvimento do país é muito pior. Qualquer crime é importante para indignar uma pessoa mas , por ex, quando um pai joga uma menina do sexto andar ele comete um crime de aferência local e singular. O prejuízo é moral e ético para a sociedade restrita. Os resultado da causa atende a classe social ou o local onde ocorreu.
Quando um ladrão do dinheiro público toma para si ou seu bando verba pública ele atinge toda a nação, todo o futuro e compromete o desenvolvimento, se não de uma classe social,da possibilidade do resgate da diferença social, do avanço ao futuro.
No Brasil , qualquer dinheiro desviado dos cofres públicos para o privado de diminuta prefeitura é o mesmo que o do banqueiro com compulsão pelo dinheiro alheio. Não concordo que a vida de uma pessoa tenha mais valor que as grandes quantias desviadas do orçamento público. Este desvio propicia a morte de centenas de outras crianças, de cidadãos , de sonhos perdidos, de miséria instalada para milhares de outros. Além da vergonha de uma estatística que nunca muda e mostra gente que tem todo estudo , todo acesso ao conhecimeno e cataliza para si mesmo, parte da riqueza nacional, sem nenhum espírito público.
Passeata para mim é para os direitos comuns, para o protesto contra atos e ações que poderiam fazer crescer um país mas não consegue ver além do seu próprio nariz. Saber de cor leis, ementas, jurisprudência e teorias do direito não é nada quando a arrogância , a indiferença e a impossiblidade de alcançar o todo atinge um ministro do tribunal superior de uma nação que só consegue ver seus interesses e suas vaidades, acobertado pela arrogância própria dos bestuntos.
A certeza da impunidade tem várias faces.

Escrito por Magui às 00h30
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Juiz Fausto de Sanctis
Se o ministro do Poder Judiciário, Gilmar Mendes presidente da maior Corte da nação, entende que o suspeito de crimes graves, Daniel Dantas ao tentar corromper um delegado da polícia Federal com um milhão e duzentos mil reais não é indício de perigo para a investigação É porque estamos muito mal.
Pode não fazer diferença mas, também, quero prestar solidariedade ao
Juiz Fausto Martin de Sanctis da Justiça Federal que determinou a prisão dos criminosos de colarinho branco, especialmente Daniel Dantas , por duas vezes E, por duas vezes foi desautorizado por Gilmar Mendes
Bem disse Daniel Dantas que na primeira instância seria duro mas na instância superior , estava no papo. Malditas autoridades tão distantes dos anseios do povo brasileiro e na contra -mão da história.
Protesto pelo descaso ao povo brasileiro do ministro do Supemo Tribunal Federal Gilmar Mendes !!!
Escrito por Magui às 00h35
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Identidade nacional

Colatina - ES
Logo que eu vim morar no ES, fui a Colatina, de ônibus. Enquanto admirava a paisagem, bem diferente de MG , numa curva da estrada surgiu um rio largo e caudaloso. Nada a ver com os igarapés costumeiros vistos das estradas. A surpresa foi tão grande que exclamei: - Que riozão ! Que rio é este !? O olhar dos passageiros para mim foi de tal espanto que nunca mais esqueci mas serviu para eu ver que estudar nos livros e estar frente a realidade sem estar preparado leva um tempinho para o cérebro registrar, procurar e localizar a informação.Brasil não tem um botãozinho de espera...
Com a destruição da Mata Atlântica algumas nascentes desapareceram, alguns igarapés também, fora o destruição da mata ciliar, havendo assoreamento onde, antes, funcionava navegação de bom porte. Mas continua lindo. Suas águas produzem peixes deliciosos e o lagostim, em criatórios modernos cuja produção é exportada para a Europa e Japão. E vocês sabem, de bate pronto, que riozão é o da foto acima?
Então KLIKA
Escrito por Magui às 01h04
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Xenofobia tem nome

Autor: KLIKA
Eu não me empolgo com o caso Ingrid Betancourt, não mesmo.Também acho que o Brasil deve ficar distante das mazelas colombianas. Já bastam os convênios havidos entre os países. Nossos males já são muitos para assumirmos se fulanos americanos estão na mata com corrente no pescoço. A menos que façam parcerias espúrias com partidos políticos nacionais. Se não for mais uma fofoca.
Entretanto, é de rolar de rir quando lemos uma notícia vinda da Suiça, dando conta que a operação militar que deu liberdade à franco colombiana e meia duzia de americanos veio de fora da Colômbia. Um paiseco de nada , de repente , se vê no direito de dar palpites no que acontece do lado de cá. Uribe, o presidente ,podia dizer, como está na moda: - Muito prazer, Colômbia !
O mesmo acontece com o sul maravilha nacional quando fala do Acre ou do Brasil desconhecido. Metidos a meter o bedelho em tudo, por ouvir dizer, alguns sulistas precisavam baixar o pessimismo e viajar mais para ver a coisa em loco.Que saibam : - O Acre fica ali...
Até os sabichões da imprensa americana palpiteira, se acham ao descobrir que a Venezuela não tem maior influência local do que o Brasil. O The New York Times procura desmerecer o Brasil e, na certa, ainda confundem Buenos Aires com Brasília.
A turminha anda lendo revistas com artigos escritos por quem possue interesses escusos e passam reuniões, bolando como degradar o país. Por mim , tanto faz, já cancelei a assinatura há anos.
O quê não aguento mais são os derrotistas ainda sofrendo do complexo de vira-latas. Já estão me enchendo a paciência...
Para quem não entendeu nas entrelinhas:
Klika
AQUI
Escrito por Magui às 00h43
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Só é oprimido quem ...

Não sei como funciona a cabeça do oprimido. Aquele acostumado a receber ordens e abaixar a cabeça de medo de alguma coisa; de perder o emprego, de perder a liberdade, de perder...
À tardinha ouvi um barulho. Logo, a rua ficou cheia de gente para ver uma batida de carro. Cidade pequena onde abalroamento não existe, foi um acontecimento.
Palpites, todo mundo dava. O carrão ( Alumiando qui nem graxa, como dizia uma empregada da mamãe) estava parado e a caçambinha passou e bateu na lanterna esquerda. Era da Secretaria Municipal de Educação.
Da janela, de uma olhada, vi que o carro parado deu causa à batida. A motorista, um metro e oitenta, saiu correndo da academia, com roupa própria e barriga, sarada, de fora. Foi um auê. De forma unânime as dezenas de homens deram o veredito pela culpa do motorista. Logo apareceram seis políciais, não sei de onde porque quando precisamos deles não aparecem.
A motorista voltou a fazer sua ginástica enquanto não vinha a perícia. Eu terminei a minha. Meu carro estava estacionado,justamente, na frente do abalroado.Verifiquei que o carro da bonitona estava a um metro do meio-fio, ela entrou de frente e deixou o rabo do carro quase em perpendicular.
Vi o motorista do carro público, um senhor, acuado, e ele informou-me que tinha tido um minuto de bobeira. Expliquei a ele a batida e a lei de trânsito. Ele insistiu. Perguntei, se a caçambinha fosse dele , se ele ia continuar cego de quem era a culpa. Ele olhou-me pensativo. Calou-se. Lembrei a ele que teria que prestar contas ao chefe e que , quem abre mão de um direito é sempre pisado e desrespeitado. Ele olhou-me fixamente, afastou-se do grupo com o companheiro , conversando com ele atentamente e eu, fui.

Escrito por Magui às 11h38
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Terras indígenas

Esta semana aconteceu uma Audiência Pública na Câmara Federal sobre a demarcação das terras indígenas em Rondônia e Roraima, com exposição do Ministro da Defesa, Nelson Jobim.
Esta audiência foi reproduzida pela TV Câmara e devia ter sido assistida em praça pública. Infelizmente a hora foi tardia e deve ter sido vista por poucas pessoas. Nelson Jobim é uma das melhores cabeças desse país. É impressionante a inteligência do camarada. Não é àtoa que ocupou tantos cargos públicos e sempre de forma brilhante. Eu gosto de chamá-lo de Jobim , O Grande porque ele, também, tem dois metros de altura.
Na exposição que ele fez deixou claro que o Brasil está atento às questões indígenas desde o império, os diversos postos na fronteira do Exército e explicou muito bem a evolução e os conceitos jurídicos nacionais, completamente diferentes dos conceitos americanos às vezes invocados. Os desavisados estrangeiros, principalmente europeus que ficam dando palpites na questão, estão mais por fora do que bunda de índio. Baseiam seus palpites em filmes de farwest e desconhecem a origem das nossas leis. Confundem a colonização brasileira com a americana e a ocupação das terras com a presença indígena. Eu gosto de me lembrar de uma comparação que é feita entre o General Custer e o Marechal Rondon. Enquanto o americano tinha como lema matar todo índio que visse pela frente, Rondon era o contrário absoluto com o lema Morrer sempre, matar nunca.
Eu não vou fazer conferência da audiência pública mas muita gente devia ver . Cuidado para não fazer o jogo de estrangeiros europeus. Os mesmos que devastaram suas terras e povos e, desconsideram os brasileiros ao repetir conceitos estranhos como verdadeiros, tentando influenciar ou conduzir a nossa soberania. Não custa nada estudar um pouco. E, não adianta chamar o Consulado americano. Não vai adiantar nada !
Sobre o tema : KLIKA
Escrito por Magui às 01h33
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